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Histórico

A ANCED – Associação Nacional dos Centros de Defesa de Direitos de Criança e Adolescente surgiu da articulação dos centros de defesa de direitos de crianças e adolescentes ocorrida, inicialmente, no âmbito do Fórum Nacional de Defesa de Direitos da Criança e do Adolescente.

Essa articulação inicial abrangia instituições que por todo o país realizavam trabalhos similares e que resolveram se articular para melhor agir na defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Constituíam-se como organizações da sociedade civil, lutando pela defesa dos direitos humanos infantojuvenis, que têm na proteção jurídico-social sua estratégia específica.

Essa articulação ficou conhecida como Rede Nacional dos Centros de Defesa e priorizava a ação direta em movimentos sociais na área da infância, lutando pela transformação social articulada com a característica principal de defesa de direitos, antes, durante e depois do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Fazendo parte da história de mobilização social no Brasil, na década de 80 e 90, estas instituições participavam da nova conjuntura de luta política, concebendo novas estratégias de intervenção e assumindo sua parte de responsabilidade na transformação rumo a uma sociedade democrática, colocando em evidência situações de injustiça, de discriminação, exploração e tortura.

Promoveu-se em 08 de outubro de 1994 a institucionalização oficial da Associação Nacional dos Centros de Defesa de Direitos de Crianças e Adolescentes – ANCED, substituindo a anterior Rede Nacional dos Centros de Defesa. Com essa institucionalização passou-se a contar com uma nova instância de abrangência nacional de intervenção que, sem substituir a atuação de cada um dos Centros em seus respectivos locais, os fortalece e potencializa. A existência da ANCED viabiliza também, do ponto de vista estratégico, as representações desses Centros junto aos demais atores nacionais de proteção e defesa de direitos.

A partir de 2002 iniciou-se um projeto de fortalecimento institucional da ANCED, que elaborou um plano estratégico e de ação (trienal), constituindo uma Secretaria Executiva em São Paulo.

No âmbito Nacional, em 2009 a Associação começou a se consolidar e aparecer no quadro nacional com a participação e assento no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), a qual permaneceu até 2010. Em 2011 a Associação passou a fazer parte da coordenação colegiada do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescente, como condutor.

Em nível internacional, a Associação faz parte da Redlamyc (Red latinoamericana y caribeña por la defensa de los derechos de los niños, niñas y adolescentes), assim como constitui, desde 2005 a Seção DCI Brasil, uma rede mundial de organizações não governamentais pela promoção e proteção dos direitos de crianças e adolescentes (Defence for Children International) em nível global, regional e nacional por 30 anos, presente em 40 países.

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